domingo, 30 de maio de 2010

Tengo un corazón,
Mutilado de esperanza y de razón-
Tengo un corazón
Que madruga adonde quiera


Y ese corazón
Se desnuda de impaciencia ante tu voz.
Pobre corazón,
Que no atrapa su cordura


Quisiera ser un pez
Para tocar mi nariz en tu pecera
Y hacer burbujas de amor
Por donde quiera
¡oh! pasar la noche en vela
Mojado en ti.
Un pez
Para bordar de corales tu cintura
Y hacer siluetas de amor
Bajo la luna
oh! saciar esta locura
Mojado en ti


canta corazón
Con un ancla imprescindible de ilusión.
Sueña corazón
No te nubles de amargura


Y este corazón
Se desnuda de impaciencia ante tu voz.
Pobre corazón
Que no atrapa su cordura


Una noche
Para hundirnos hasta el fin.
Cara a cara, beso a beso
Y vivir por siempre
Mojado en tí.

Quisiera ser un pez
Para tocar mi nariz
En tu pecera
Y hacer burbujas de amor
Por donde quiera
oh! pasar la noche en vela
Mojado en ti.
Un pez
Para bordar de cayenas tu cintura
Y hacer siluetas de amor
Bajo la luna
oh! saciar esta locura
Mojado en ti.


para tocar mi nariz
En tu pecera
Y hacer burbujas de amor
Por donde quiera
oh! pasar la noche en vela
Mojado en ti.
Un pez
(para bordar de cayenas tu cintura
Y hacer siluetas de amor
Bajo la luna)
oh! vaciar esta locura
Mojado en ti.

(Juan Luis Guerra)

Acreditar

Faço esta canção para ti
Em palavras de amor e verdade
Dou-te mais um pouco de mim
Cantando com saudade


Dá-me mais um pouco de ti
Em momentos de ternura e amor
Deixa o vento levar-nos daqui
Voar nas asas de um condor


E saber que o que acredito
Não é só mais de que um grito
Que eu tenho
para te dar



Quem me dera saber
Quem és tu e o que queres dizer
Quem me dera gritar
Por um mundo só e continuar


Quem me dera saber
Quem és tu e o que queres dizer
Quem me dera gritar
Por um mundo só e continuar
Continuar



Gostava de voltar a ser
Um guerreiro de biblia na mão
E saber que o que acredito
Vem de dentro do coração


E saber que o que acredito
Não é só mais de que um grito
Que eu tenho
para te dar


Quem me dera saber
Quem és tu e o q queres dizer
Quem me dera gritar
Por um mundo só e continuar


Quem me dera saber
Quem és tu e o que queres dizer
Quem me dera gritar
Por um mundo só e continuar
Continuar
Acreditar


E saber que o que acredito
Não é só mais de que um grito
Que eu tenho
para te dar


Quem me dera saber
Quem és tu e o que queres dizer
Quem me dera gritar
Por um mundo só e continuar
Quem me dera saber
Quem és tu e o que queres dizer
Quem me dera gritar
Por um mundo só e continuar
Quem me dera saber
Quem és tu e o que queres dizer
Quem me dera gritar
Por um mundo só e continuar
Quem me dera saber
Quem és tu e o que queres dizer
Quem me dera gritar
Por um mundo só e continuar
Continuar

(Beto e Rita Guerra
)

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Como seria?

A alguns bons anos atrás um homem chamado Alfaro Abelardo saiu de Fuentes de Oñoro – Espanha com os seus pais Irene e Angel e os seus irmãos e veio para Nelas - Portugal.
Lá casou e vieram para outra terra mais para o centro trabalhar. Tiveram dois filhos um rapaz e uma rapariga.
Essa rapariga, filha do Alfaro teve uma menina… e essa menina sou eu.
O que teria acontecido se o meu avô nunca tivesse vindo para Portugal?
Ora, eu nunca tinha nascido ou talvez "eu", não fosse "eu"... estranho...
Nós somos o que os nossos antepassados traçaram para nós...


segunda-feira, 26 de abril de 2010

Caeiro...

“Eu não tenho filosofia: tenho sentidos...

Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é.

Mas porque a amo, e amo-a por isso,

Porque quem ama nunca sabe o que ama

Nem por que ama, nem o que é amar...”


(Caeiro)